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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

GALERIAS ROMANAS

Os colegas que trabalharam na Rua Augusta lembram-se bem das "termas" romanas da Rua da Conceição.
pois eu estive ali mais de 20 anos e nunca fui ver as tais termas que afinal não são termas, mas galerias que os romanos construíram no século I, para servirem de fundações à construção de casas e outras estruturas ao nível do solo. 
É interessante e vale a pena a visita. Aproveitar para matar saudades da Baixa Pombalina, agora sempre cheia de turistas. 
Os técnicos da Câmara de Lisboa que orientam a visita são impecáveis e bem competentes.
O que orientou o nosso grupo foi o sr. Carlos Dydlie (penso que está bem escrito) de origem francesa. Do melhor, na explicação da construção e história destas galerias.


segunda-feira, 21 de junho de 2010

BAIXA POMBALINA



Não posso ir à Baixa sem ver se ainda estão lá os medalhões.
Ainda estão!
Pode ser que não os tirem.



Passei pela Rua da Prata e lembrei-me de espreitar a pastelaria POMONA. Lembram-se? Cada vez que passava por ali e lia o anúncio de venda de "NEVE", lembrava-me dos Neveiros do Coentral do Dr. Herlander Machado.
Não é que a nossa colega e grande amiga do Dr. Herlander, Anabela, me arranjou o livro do Dr. Herlander sobre a história dos neveiros?



É extraordinária a hitória destes homens da serra da Lousã que juntavam a neve, a guardavam em poços e a traziam para Lisboa, onde havia também poços para a guardar e ir vendendo.

abrigo - poço para a neve

Acabou o negócio da neve, claro, com a chegada dos frigoríficos.
Agora vejam este texto do livro do Dr. Herlander.




Só que agora já há mais sensibilidade para estas recordações e foi reposto o anúncio antigo.

Então, ó técnicos da Câmara Municipal de Lisboa não deixem nunca retirar da sede do Banco Nacional Ultramarino na Rua Augusta 24, os sinais que ainda se conservam deste grande Banco!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Modesta, caracol e Néné




O Manuel Araujo (já nem falo no Leão) tirou estas fotos à Modesta. Não há empregado da sede do BNU que não se lembre. Lá está ainda, resistente ao ermamento da baixa pombalina. Somos assim os portugueses, temos tanto de aventureiros, partindo para os confins da terra, buscando anelantes o palácio encantado da ventura, como somos tradicionalistas, agarrados ao torrão que nos viu nascer e nos foi dando segurança pela vida fora.


E o caracol!!



E a Nené, que contribuiu para adoçar a boca a tantos de nós, muitas vezes fartos das agruras da vida

Lá estão todos ainda! Claro que falta o nosso movimento, o ir e vir, as corridas para apanhar o elevador a tempo de assinar o livro de ponto e evitar a habitual justificação: "atraso no transporte habitual". Uma vez o sr Mósca (Olá sr. Mósca, o que é feito de si?) disse-me para corrigir o papel da justificação porque eu tinha posto "atraso habitual no transporte".
Enfim, vidas...