Fotos antigas da Ilha de Moçambique
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
ILHA de MOÇAMBIQUE
Estive na Ilha de Moçambique há dois anos e todos os antigos habitantes falavam
com carinho sobre o "nosso" BNU.
Fotos tiradas nessa visita à Ilha.
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| Camões |
| Escola da Ilha |
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| Camões na Ilha |
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| Ponte para a Ilha |
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| Leão sentado na antiga sede do SCP na Ilha |
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| irmãos |
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| Mesquita na Ilha |
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| vista da fortaleza |
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| quartel |
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| A fundo a ponte da Ilha. Primeiro plano: M. Araújo |
Manuel Araújo
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
ILHA DE MOÇAMBIQUE
Segundo rezam os manuais, o nome de Moçambique
deriva do sheik árabe que reinava na Ilha, quando Vasco da Gama e os primeiros
navegadores portugueses ali chegaram, em 1498. Mussa Ben Mbiki ou Mussal A'l
Bik.
Os portugueses fixaram-se na ilha de Moçambique,
em 1507, que viria a dar o nome a toda a província.
Segundo os mesmos manuais, a Ilha de Moçambique terá
sido a primeira capital da província e ali se manteve até 1898, passando então
para Lourenço Marques.
No entanto, temos um mapa da Ilha, dos
arquivos do BNU, que refere que a sede do primeiro governo da província, foi em
Sofala e só depois foi transferida para a Ilha.
Em 1935, a Ilha deixou também de ser a capital de distrito.
Após a abertura do porto de Nacala, em 1970, a Ilha de Moçambique perdeu a sua importância estratégica e comercial.
A Ilha não tem um cais de desembarque para navios de grande calado.
Este é um dos seus maiores problemas que impede o comércio e o turismo, nomeadamente o acesso de cruzeiros turísticos.
A sua LEI FUNDADORA, impunha ao Banco Nacional Ultramarino que abrisse agências em Moçambique no prazo de três anos (a partir de Abril de 1864). Consta que o Banco instalou a sua primeira agência em Moçambique na então capital - Ilha de Moçambique - em 1868.
| 1ª sede do BNU na Ilha de Moçambique |
Posteriormente, a agência mudou-se para este edifício.
| Sede da Agência do BNU - Ilha de Moçambique em 1908 (?) |
A sede da agência da Ilha teve obras e no Centenário (1964) estava com o aspeto da foto que segue. Foi alterada a fachada, sabe-se lá porquê. Coisas de arquitetos ou... de obras. Por outras palavras: gostos não se discutem. Não havia necessidade. Penso eu.
| Sede da Agência do BNU -Ilha, após as obras para o centenário |
Segundo o relatório de gerência de 1914, a população do distrito de (Ilha) Moçambique (não incluindo os habitantes da Ilha: 4.439) era a seguinte: homens: 169.201; mulheres: 280.351 e Crianças: 179.039. Bom índice de natalidade...
Em Julho de 1974 eram os seguintes os empregados da agência:
- Franklin Ferreira Machado
- Ventura Brás da Costa
- José Calazans Silva
- José Maria Marques da Silva
- Herculano Baptista Gonçalves
- António dos Santos Teixeira
- Daniel Francisco de Castro e Miranda
- Maria da Luz V. Rocha Marques da Silva
- Domingos Rúbens
- José Manuel Ferreirinho de Sousa Gonçalves
- Delione Gaspar Tembe
- José Cristiano Gonçalves Piedade
- Júlio dos Anjos Caseiro
- Maria de Fátima Pinto de Magalhães
- Felicidade da Conceição C. Guedes Dias Pereira
- Júlia Maria Magalhães M. B. Baptista Gonçalves
- Maria da Piedade F. R. A. dos Santos Teixeira
- Rosa Maria de S. F. R. Castro e Miranda
- Teresa Fernanda M. M. B. B. Gonçalves e Moreira
- Maria Ema Cheong Simões Diniz
| Empregados do BNU - Ilha de Moçambique - em 1964 |
| Interior da agência BNU - Ilha de Moçambique |
| Interior da agência do BNU - Ilha de Moçambique |
A relíquia existente no arquivo histórico é uma preciosidade.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
CARLOS ALBERTO BERNARDO
Caríssimo,
1. Alguém me havia falado já no seu/nosso blogue mas só agora, com o convite que veio do meu Amigo, me resolvi consultá-lo em pormenor, tendo visto já as fotografias que obteve nos almoços de Natal, o vídeo do Magusto e o artigo sobre o Chico França, nosso comum amigo. Vou dedicar-lhe mais a atenção que lhe é devida.
Lembro-me como se fosse hoje do grande recato que ambos mantinham no relacionamento afectivo que se desenvolveu entre ambos, observado com o carinho e o respeito de quantos adivinhavam o crescimento de um verdadeiro afecto que veio a dar em casamento, de papel firmado. Separámo-nos no caminho profissional quando ,em Abril/Maio de 75, fui convidado para ingressar nas Comissões de Crédito como Vogal, mas nunca a Amizade, que havia germinado e se desenvolvera entre nós, foi quebrada por vicissitudes na construção das carreiras que paralela ou divergentemente todos fizemos, lembrando sempre o que havíamos aprendido junto de mestres como o D. Hugo Pereira Coutinho, o Alexandre de Carvalho Ideias, o Abílio Nobre Cabral, o melómano Sr.Santos que, absorto e contemplativo, entrava no Banco e na Repartição a trautear áreas de Verdi ou de Puccini, ou o ainda felizmente vivo José Morais Gouveia, com quem tenho o privilégio de privar frequentemente no FORUM Abel Varzim, e tantos outros nomes que poderei vir a recordar-lhe para lhe dar o mote de produzir uma monografia do que foi o ambiente na Sede do BNU nos anos sessenta do já século passado.
Meu caro Rito, fique a pensar nisto e enriqueça com o seu trabalho o seu/nosso blogue.
Um grandessíssimo abraço acompanhado dos meus votos de um suportável Ano Novo de 2012.
Carlos A. de O. Bernardo
2. O meu dia de quinta feira passada satisfez-me particularmente porque, para além de me proporcionar a alegria de o rever a si e aos restantes Colegas, que não via há anos, permitiu-me cumprir - eu que andava a protelar o doloroso telefonema para Faro - o triste dever de transmitir ao meu amigo Daniel Mendonça o pesar pelo passamento da Maria José "Bolacha". Foram dois excelentes colaboradores com quem tive a honra de trabalhar como conferente, do seu sempre impecável trabalho, em todo o expediente em moeda nacional e estrangeira, no Serviço de Letras à Cobrança da Sede.
Um grandessíssimo abraço acompanhado dos meus votos de um suportável Ano Novo de 2012.
Carlos A. de O. Bernardo
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
MANUEL FAROLA
Acabo de ler no Boletim mensal da Ordem dos Advogados, a triste notícia da morte do meu amigo e antigo colega no contencioso do BNU, Manuel Farola.
por já não nos verem há tanto tempo!
Recordo-o nestas imagens de 1989
Maldita gadanha que nos ceifa a deshoras e que aproveita a ocasião em que
os amigos mais esperam encontrar-nos para nos dar um abraço de saudadepor já não nos verem há tanto tempo!
Recordo-o nestas imagens de 1989
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